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Paris: Sempre é bom voltar! (1)

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securedownload (3)Os dois primeiros dias….

Comecei a contar essa minha viagem à Paris aqui no blog. Resumindo, minha vontade de voltar outra vez à Paris surgiu “de repente” e,  dessa vez me apaixonei!

Assim, fomos curtir Paris, sem as “obrigações” de visitar os pontos turísticos!

Nosso primeiro dia lá, se resumiu a uma noite. Fomos ao Café de Flore e caminhamos pelo Boulevard Saint Germain. Estávamos, enfim, no “nosso” bairro (Quartier Saint-Germain-des-Prés), escolhido de coração e por diversas razões, as quais encontrei na leitura do Monsieur Eros Grau e em outras mais…

O segundo dia, já contei também um pouco dele no post anterior. Passeamos à beira do Rio Sena, passando pelo Quai* de Malaquais, e passando por outros como o Quai de Conti, Quai de La Tournelle... Domingo é dia de passeio pela Sena e arredores! Já no comecinho atravessamos a Pont des Arts e “pagamos o mico” de colocar nosso cadeado**! “Mico” feito com prazer!

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Nosso cadeado…

... e cumprindo o ritual de jogar as chaves no Rio Sena!

… e cumprindo o ritual de jogar as chaves no Rio Sena!

*Quai significa cais ou pier. Na verdade, em Paris são calçadas de passeio à beira do Sena.

**Pont des Arts é coberta por cadeados. Diz a  lenda que um casal para se manter eternamente apaixonado deve colocar um cadeado com suas iniciais na ponte, trancá-lo e jogar a chave no rio Sena...

Do outro lado, passeamos pela Voie George Pompidou e pela Rue de Rivoli, passando em frente ao Museu do Louvre. Vimos, de longe (nem tanto!”) o Hôtel de Ville e pensamos em ir por lá, mas continuamos… Atravessamos de volta pela Pont Neuf, lembrando da minha mãe, que adora Paris e fala muito sobre essa ponte e a Pont Mirabeau.

Andando a esmo, encontramos o Mercado de Pássaros e Plantas (Marché aux Fleurs et aux Oiseaux), na verdade uma espécie de feira, embora com algumas lojas “fechadas” e quiosques, mas muita coisa ao ar livre… Lembranças de meu avô, que criava canários…

Pássaros no mercado...

Pássaros no mercado…

... e orquídeas numa vitrine!

… e orquídeas numa vitrine!

Andamos um pouco por lá e resolvemos ir a catedral de Notre Dame. Pelo caminho, ia aumentando a população de turistas… Estávamos já na Île de La Cité e, por alguns “Quais” continuamos nosso passeio…

Notre Dame

Notre Dame

Chegando na Catedral vimos a impossibilidade de entrar, tamanho era a fila e a a quantidade de gente “plantada” na praça em frente. Resolvemos continuar com nosso plano que era ir a Île de Saint Louis. Rapidamente chegamos lá e adoramos caminhar pela pequena ilha… Na Rue Saint Louis, comprei umas coisitas numa lojinha legal e, quando vimos estávamos em frente à famosa sorveteria Berthillon. Mesmo com frio, não podíamos deixar de provar o sorvete de lá. Delícia!

Em frente a Berthillon, com sorvetes deliciosos!

Em frente a Berthillon, com sorvetes deliciosos!

Voltamos, beirando o Sena pelo Quai D’Orleans e, num instante estávamos de volta a Île de la Cité. Num segundo instante, resolvemos parar num café perto da Catedral e tomar uma taça de vinho. O tempo estava belo e resolvemos curtir tudo. Andamos mais, e como já estava na hora do almoço, resolvemos procurar o restaurante planejado para o dia (Au Rendez-Vous des Camionneurs). 

Depois do almoço, continuamos nosso passeio, agora voltando para o hotel. Passamos pelo “Palais de la Monnaie” e vi umas figuras legais de Asterix, Obelix e outros personagens! Gostava muito de ler esses “gibis” e um de meus irmãos tinha até um cachorro chamado Obelix (rsrss)!

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Já pertinho da nossa rua (Rue de Seine), encontramos uma lojinha de flores. Adoro! Nos arredores encontramos vários bares legais e até um bar de ostras com delivery.  Pensamos se um dia iriamos comer por lá (adoramos ostras!)! E, frango assado no meio da rua “to take” (não é só coisa de Brasil, rsrs)…

Flores pelo caminho...

Flores pelo caminho…

Descansamos um pouco no hotel, e à noite saímos a procura de um bar de jazz. Estava fechado, mas nos deparamos com um dos restaurantes recomendados (Le Pré aux Clercs), e por lá ficamos. Restaurante lotado! Boa comida, nada sofisticado. mas boa! Bom custo-beneficio!

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Conto depois sobre os outros dias (ver aqui)…

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Engenheira por formação, fez doutorado em Madrid onde começou sua paixão pela Europa. Aprendeu, com seus pais, desde criança a gostar de viajar. Adora viajar e diz que "sem viajar não me reconheço"! Escreve sobre suas viagens pelo mundo afora de forma divertida e leve. Escritora por hobby, além desse blog tem dois livros de viagens publicados.

Comentário para Paris: Sempre é bom voltar! (1)

  • Muito bom!

    Marcel 12 de janeiro de 2014 9:13 Responder
    • 😉

      Ana Célia 13 de janeiro de 2014 9:49 Responder
    • Ana Célia 13 de janeiro de 2014 21:16 Responder
  • Maravilha Ana Célia! vou ler o próximo…

    Gorete Macedo 13 de janeiro de 2014 19:43 Responder
    • blz!

      Ana Célia 13 de janeiro de 2014 21:07 Responder
    • viu o anterior, Gorete? rsrs

      Ana Célia 13 de janeiro de 2014 21:20 Responder
  • Outro dia vi uma reportagem sobre o trabalho que a prefeitura de Sampa encarava para remover cadeados das grades e chaves do rio. Por que não imitar Paris?
    O sorvete da Berthillon é realmente imperdível. Imagine em um verão parisiense!
    Vou continuar te acompanhando…

    Marcia Duarte 14 de janeiro de 2014 22:46 Responder

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